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Cemitérios: Patrimônio Histórico, Espaço de Memórias

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Até o século XIX, em muitas partes do Brasil, os velórios aconteciam nas residências dos mortos, e havia a convivência do vivo com o morto no ambiente religioso. Mas na cidade de Salvador, uma lei garantiu a uma empresa privada o monopólio dos sepultamentos por um período de 30 anos. A população reagiu destruindo o cemitério, revoltada porque os enterros não seriam mais realizados nas igrejas.
Este episódio ficou conhecido como a Revolta da Cemiterada, que foi abordada no livro “A morte é uma festa”, de João José Reis.  O autor, um dos historiadores brasileiros mais prestigiados, estuda como o homem percebe a morte e suas atitudes em relação ao término da vida. Em “Imagens e Imaginário na História” o historiador francês Michel Vovelle também fala da morte e do além-mundo, utilizado, inclusive, histórias em quadrinhos
Na história da humanidade, a morte sempre foi a única certeza. Junto com ela veio o desejo encontrar o caminho para a imortalidade. Os faraós do antigo Egito buscaram em su…