Postagens

Mostrando postagens de Dezembro, 2012

Um Feliz 2013 para todos vocês!

Imagem
É tempo de renascer e acreditar que um futuro melhor é possível para todos. Só depende de nós. 

Um Feliz 2013 para todos vocês!
São os sinceros votos do Prof. Adinalzir!

Um Feliz Natal para todos os meus leitores e seguidores!

Imagem

Veja aqui a Revolta dos Malês na letra e música de Rafael Pondé.

Imagem
Perto do Abaeté tem um nego mandigueiro
Descendente do Malês, povo nobre e guerreiro Faz dali o seu terreiro Na roda de Capoeira ou orando ao Deus Allah Veste branco às sextas-feiras Usa xale e patuá (seu avô era um Alufá) Esse nego um dia fez revolta A revolta dos Malês, foi na Bahia que se fez A Revolta dos Malês O canto de apear o boi (foi o Male que trouxe) E se você vestir um abadá (foi o Male que trouxe) O misticismo e a superstição (foi o Malê que trouxe) A moda de viola do sertão (foi o Male que trouxe) Tapas, Haussás, baribas Negos e mandingas A Revolta dos Malês foi na Bahia que se fez A Revolta dos Malês

Revolta dos Malês: Guerreiros de Alá na Bahia

Imagem
Com uma espada na mão e o Corão na outra, os africanos conhecidos como malês puseram Salvador em pânico numa madrugada de 1835, usando o Islã para unir os escravos contra a opressão.

Os poucos soldados da polícia de Salvador que foram acompanhar o que parecia outra averiguação de rotina sobre escravos rebeldes, numa madrugada sonolenta de janeiro de 1835, provavelmente tiveram a pior surpresa de suas vidas ao dar de cara com aquela cena. De espada em punho, um bando enfurecido de uns 50 homens negros partiu para cima dos incrédulos policiais, gritando “mata soldado” e palavras de ordem em idiomas africanos. De repente, o papel da escolta do juiz de paz Caetano Galião, que comandava a diligência, deu lugar a uma reação desesperada para tentar salvar a própria pele. Carregando afobados as espingardas, os soldados nada puderam fazer para impedir o avanço dos guerreiros africanos, que mataram um patrulheiro e feriram outros quatro, ganhando a seguir as ruas da cidade. Começava o que ficari…

Os Jesuítas no Brasil

Imagem
Um vídeo interessante que mostra de forma perfeita a atuação dos Jesuítas no Brasil colonial.

Práticas médicas jesuíticas na América Portuguesa

Imagem
Desde os primórdios do estabelecimento da Companhia de Jesus no Brasil, em meados do século XVI, os jesuítas tiveram um papel fundamental no plano da medicina, incorporando esta tarefa aos árduos ideais missionários e educacionais. Alguns deles vinham já de Portugal formados nas artes médicas, mas a maioria acabou por atuar informalmente como físicos, sangradores e até cirurgiões, aprendendo, na prática, o ofício na colonia. A escassez de médicos leigos formados por escolas de medicina na Europa, pelo menos até o século XVIII, o alto preço dos remédios oriundos de Portugal e do Oriente, e a sua frequente deterioração nos navios e nos portos, obrigou-os a voltarem-se para os recursos oferecidos pela terra e para os saberes curativos dos indígenas. Para o enfrentamento das moléstias que assolaram a população colonial, as boticas dos colégios dos inacianos foram singulares, acondicionando diversos medicamentos e elaborando e recopilando receitas para variadas moléstias. O que pretendemos…

Um site que merece todo o nosso respeito!

Imagem
www.monumentosdorio.com.br
Conhecimento e Turismo Cultural ao alcance de todos.

A contribuição árabe para o Brasil: Um esboço acerca da influência árabe no Brasil Colônia

Imagem
Trago aqui um excelente artigo postado no blog do Prof. Rafael Lapuente que trata da influência árabe no Brasil Colônia. Um capítulo pouco explorado na historiografia brasileira e muito importante para a formação cultural do nosso país. Clique aqui para baixar e não deixe de visitar

A delícia de ser, afinal, Historiador

Imagem
Apesar de não ter acompanhado de perto os passos que levaram, nos últimos tempos, à regulamentação da profissão de historiador, só a posso saudar com entusiasmo, pois o debate já se encontrava na pauta das nossas reivindicações quando, nos anos 1970, entrei na universidade. 

Hoje, após 33 anos de atividade universitária, sou uma professora veterana, que tive a sorte de acompanhar trajetórias brilhantes, contribuindo à formação de quadros no nosso país. Mas antes, quando comecei minha vida profissional, e durante muito tempo, fui unicamente pesquisadora, vivendo de bolsas até conseguir contratação no Departamento de História da USP. Naqueles tempos, e desde estudante, sentia-me historiadora, e por não ser professora acabava me vendo às voltas com uma espécie de crise de identidade. 

Não concordo com as vozes que levantam dúvidas quanto às vantagens da regulamentação, alegando que restringirá a atuação dos que não são historiadores. Ninguém jamais deixará de reconhecer em pessoas como Alb…