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Mostrando postagens de Maio, 2012

Por que estudar História?

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Programas de televisão, bancas de jornal, sites na Internet. A História está na moda e na cabeça dos brasileiros. Mas a inquietação é permanente: afinal, por que é tão importante aprender sobre o passado? O que a disciplina, "mestra da vida", ainda tem a ensinar? O historiador Caio César Boschi aceita o desafio de responder a essas indagações, revelando ao leitor que a História não está apenas nos livros didáticos ou nos filmes, mas também nos sons das ruas, nos objetos que nos cercam; enfim, no cotidiano.
O livro relembra velhas lições, como a relação entre o passado e o presente ou que o conhecimento histórico não se limita à memorização de nomes e datas. Apesar da narrativa simples e objetiva – o livro é destinado a alunos do ensino médio –, Caio Boschi não se desvia de temas polêmicos, como o das apropriações do conteúdo histórico para finalidades políticas, como ocorreu no Brasil após o golpe civil-militar de 1964, ou se o historiador pode reconstruir a história do tempo…

Estadão lança acervo histórico na internet

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Um dos maiores e mais importantes jornais da história da imprensa brasileira disponibilizou todo o seu acervo em formato digital. São 137 anos de história para consulta agora na internet. Clique aqui e confira

Defensor de vidas e interesses

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"Eu não teria medo se possuísse um legítimo Smith Wesson", pensa a mulher, olhando para a pistola. "Para tranquilidade dos seus, deve existir em seu lar um legítimo Smith Wesson, o defensor de vidas e interesses". E isso foi em 8 de setembro de 1929.
Hoje esse tipo de anúncio seria proibido. Pela legislação atual, entre muitas outras restrições ao comércio de armamentos os anúncios de armas de fogo não podem exibir situações dramáticas e nem induzir o consumidor à convicção de que o produto é a única defesa ao seu alcance.
Fonte: Reclames do Estadão
Autor: Cley Scholz

Um depoimento com 2.067 ANOS

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Um depoimento com 2067 anos e que continua mais atual do que nunca nos nossos dias. É só refletir e comentar. 
Fonte: blog do Dirceu Rabelo

Jornal do Brasil: uma grande história

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Fundado em 1891 por Rodolfo Dantas, com intenção de defender a monarquia recentemente deposta. De nível elevado, contava com a colaboração de José Veríssimo, Joaquim Nabuco, Aristides Spínola, Ulisses Viana, o Barão do Rio Branco e outros como Oliveira Lima, então apenas um jovem historiador. As afinidades da maioria desses elementos com o regime deposto foram sintetizadas por Nabuco como a melhor República possível. 
O periódico inovou por sua estrutura empresarial, parque gráfico, pela distribuição em carroças e a participação de correspondentes estrangeiros, como Eça de Queirós. O seu primeiro número veio a público em abril. Manteve sua orientação conservadora até que Rui Barbosa assumiu a função de redator-chefe (1893). Nesta fase inicial, o Barão do Rio Branco (1845-1912) colaborou, em suas páginas, com as célebres colunas Efemérides e Cartas de França.
A redação do jornal foi atacada ("empastelada", como se dizia na época) em 16 de dezembro de 1891, dias após a morte do …