3.8.09

A dança do maxixe

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Não é de hoje que o apelo sensual das danças brasileiras choca os setores mais conservadores da sociedade. Um século atrás, a dança mais popular do Rio de Janeiro era o maxixe. Este é o nome de um fruto comestível, ainda hoje muito consumido no Nordeste.

Como a planta que lhe dá origem é rasteira, a palavra "maxixe" passou a ser associada a tudo que fosse pouco refinado, de baixa categoria. Veio daí o batismo da dança sensual, praticada pelas camadas populares.


O Maxixe (também conhecido por Tango brasileiro) é um tipo de dança de salão criada pelos negros, que esteve em moda entre o fim do século XIX e o início do século XX. Dançava-se acompanhado a dois. Seu estilo musical é contemporâneo da polca e dos princípios do choro e contou com compositores como Ernesto Nazareth e Patápio Silva. Mas o maior nome na composição de maxixes foi, sem dúvida, o da maestrina Chiquinha Gonzaga.


Teve a sua origem no Rio de Janeiro na década de 1870, mais ou menos, quando o tango também dava os seus primeiros passos na Argentina e no Uruguai, do qual sofreria algumas influências. Dançada a um ritmo rápido de 2/4, notam-se também influências do lundu, das polcas e das habaneras.
Tal como o tango, este estilo foi também exportado para a Europa e Estados Unidos da América, no início do século XX.

Atualmente, o samba e a lambada são dois exemplos de danças que devem algumas contribuições de estilo ao Maxixe. E junto com o funk estão aí para provar que certas danças não perdem o seu caráter cultural e revolucionário.

Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre
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14 comentários:

GiGi disse...

Que legal saber um pouco mais sobre dança!! :-)

Realmente, as danças brasileiras são vistas com certa "malícia" por parte dos estrangeiros. Em um blog de uma portuguesa, recebi um comentário do gênero, eheheh.

Especificamente à dança do ventre, a atração é também muito forte, visto que as mulheres brasileiras são consideradas belíssimas e muito atraentes. De fato, posso citar nomes de bailarinas conhecidas que, além de sua dança ser magnífica, são lindas.

Beijos!

NTE disse...

Grande Adinalzir! Salve companheiro, como vai? Espero que tenhas tido excelentes férias.
Olha, gostei da postagem sobre dança, e tb de sua visita e comentário.
Forte e amazônico abraço
Franz

Prof. Adinalzir disse...

Oi, Gigi! :-)

Realmente, muitas pessoas, principalmente os homens, quando vêem as mulheres dançando também associam comentários maliciosos. Eu já não vejo dessa maneira, acho até que as mulheres quando dançam são mais espontâneas, muitas dançam porque gostam e até com elas mesmas. Já os homens, pelo que vejo, até em festas, por exemplo, precisam beber para dançar. O que não é o meu caso.

Agradeço a sua visita e comentários.

Beijos!

Prof. Adinalzir disse...

Olá, Franz!

A partir de hoje estou tendo as férias mais uma vez prolongadas pela gripe porquina. Rsss. Mas quando puder veja o vídeo "Operação Pandemia" no youtube para ver o que existe por trás dessa doença. Vale a pena.

Muito obrigado pela visita.

E um forte abraço sem contágio!

Rita Avellar disse...

Olá professor Adinalzir. Obrigada por visitar e comentar no meu blog.suas contribuições são semprebem vindas.
Gostei muito dessa informação sobre o maxixe. Sempre que se fala em proibir o "funk", costumo citar o caso do samba que também já foi proibido o início do século XX.
Um grande abraço, Rita.

GiGi disse...

Oiii, Adinalzir!

Muito obrigada pelo comentário, ele é bastante válido! Tenho lido "O Cortiço", de Aluísio Azevedo. Ele é muito engraçado, tem cada "baixaria", rsrs. Mas, dá pra ter uma noção da baita desordem que estava o Rio de Janeiro durante a segunda metade do século XIX.

Quanto mais estudo história, maior compreensão da realidade eu tenho. E, principalmente como cidadã, eu acho muito importante ter esta concepção, a qual os estudantes também devem desenvolver. Só assim, eles serão capazes de promover maiores e melhores mudanças em todos os aspectos da sociedade.

Beijos!

Prof. Adinalzir disse...

Olá, Professora Rita! Como vai você?

Muito obrigado por comentar no meu blog. Esteja sempre aqui neste espaço.

Abraços!:-)

Prof. Adinalzir disse...

Oiii, Gigi!:-)

Valeu pela visita! Quanto ao livro "O Cortiço" de Aluísio de Azevedo, também já o li várias vezes, pois sou um apaixonado pela história da cidade do Rio de Janeiro.

Beijos!

Anônimo disse...

Não achei mto util esse site, não fala NADAAAAAAAAAAAAAA

Prof. Adinalzir disse...

Olá, Anônimo!

É uma pena. Eu acho que você NÃO ENTENDEU NADA. Talvez seja porque não tenha dado até agora, a devida importância aos estudos.

Mesmo assim, agradeço a sua visita!

Anônimo disse...

Took me time to read the whole article, the article is great but the comments bring more brainstorm ideas, thanks.

- Johnson

Prof. Adinalzir disse...

Caro (Anônimo) Johnson

Glad you liked the text. Thanks for visiting.

Thanks!

Anônimo disse...

Bom,eu não sei em que degradar a mulher tem de "revolucionário" ainda mais numa cultura machista onde somos muito objetificadas e vítimas de tráfico de mulheres,incluindo menias de 12 anos.E comparar o que tínhamos antes com o nosso funk atual? E chamamos isso de cultura,porque nós,mulheres brasileiras "somo as as mais belas do mundo"? Sério isso? Até quando chamaremos de "cultura" o que nos reduz á objetos sexuais e de "conservadorismo" o que luta contra tal? Por que o impacto social destas "atividades culturais" são sempre "esquecidos" pelos homens historiadores? Será que porque as consequências negativas não lhes atingem?

Gigi,os estrangeiros não nos consideram "belíssimas e atraentes" isso é falácia da nossa sociedade machista,que insiste em nos convencer que isso é uma forma de poder;eles nos vêem como prostitutas mesmo,para abusar de forma mais violenta possível,vide o relato de tantas que vivem no exterior,incluindo o emu.Mas claro,nossa vivências não vale de nada,o negócio é exaltar a vulgaridade como "cultura".

Clarice

Anônimo disse...

e vc fez um bom trabalho mas ñ foi o suficiente pois, ta fraco o texto

SÓ UM TOQUE

AMANDA

PS:TO NO 7 ano MAS SEI MAS CUISA DO QUE ISSO

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