Em 2012 foi criado um Grupo de Trabalho das Secretarias de Meio Ambiente e Urbanismo pela Resolução Conjunta SMAC/SMU Nº 15 de 17/05/2011 com objetivo de desenvolver estudos para propor a criação de uma Unidade de Conservação da Natureza no Complexo das Serras de Inhoaíba e Aquífero Guaratiba. O trabalho do GT foi concluído, resultando em Minuta de Decreto, porém não houve a efetivação da criação da UC.
Em 2017 a Gerência de Estudos e Proteção Ambiental – GEPA - indicou um conjunto de áreas de relevante interesse ambiental que demandam proteção a partir de instrumentos legais mais efetivos. Dentre as áreas inicialmente indicadas está o conjunto de serras formado pelas Serras de Inhoaíba, Cantagalo e Santa Eugênia.
Em virtude da importância ambiental da área e o fato dos estudos de proposição estarem bastante avançados, a criação de uma UC nesta área foi priorizada pelo Órgão Gestor Ambiental Municipal.
Em 2017, a Subsecretaria de Meio Ambiente, subordinada à SECONSERMA, publicou a Resolução SECONSERMA Nº 70 de 12/12/2017 instituindo Grupo de Trabalho para atualização dos estudos relativos à proposição de proteção legal para a Serra de Inhoaíba.
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Em 2017 a Gerência de Estudos e Proteção Ambiental – GEPA - indicou um conjunto de áreas de relevante interesse ambiental que demandam proteção a partir de instrumentos legais mais efetivos. Dentre as áreas inicialmente indicadas está o conjunto de serras formado pelas Serras de Inhoaíba, Cantagalo e Santa Eugênia.
Em virtude da importância ambiental da área e o fato dos estudos de proposição estarem bastante avançados, a criação de uma UC nesta área foi priorizada pelo Órgão Gestor Ambiental Municipal.
Em 2017, a Subsecretaria de Meio Ambiente, subordinada à SECONSERMA, publicou a Resolução SECONSERMA Nº 70 de 12/12/2017 instituindo Grupo de Trabalho para atualização dos estudos relativos à proposição de proteção legal para a Serra de Inhoaíba.
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A área objeto deste estudo está localizada na Bacia da Baía de Sepetiba, na divisão administrativa do município do Rio - Área de Planejamento 5, Zona Oeste e abrange trechos dos bairros de Campo Grande, Inhoaíba, Cosmos, Santa Cruz, Paciência e Guaratiba, pertencentes às Regiões Administrativas XVIII (Campo Grande), XIX (Santa Cruz) e XXVI (Guaratiba) e abrange o Complexo de Serras que inclui a Serra de Cantagalo, Serra de Inhoaíba e Serra de Santa Eugênia, incluindo os Morros de Santa Eugênia, Morro do Luís Barata e Morro de Santa Clara.
O Resumo Público e os estudos técnicos que compõem a Peça de Criação estão disponíveis para análise, sugestões e críticas - Acesse aqui.
http://www.rio.rj.gov.br/dlstatic/10112/6650167/4221842/apa_inhoaiba_documentos_consulta_publica.zip
Uma apresentação desse importante trabalho para a comunidade foi feita por técnicos da Subsecretaria de Meio Ambiente no dia 20/010/2018 no Instituto Metodista Ana Gonzaga. Av. Cesário de Melo, 6851 - Inhoaíba, Rio de Janeiro/RJ - 23059-002
A destruição ambiental e a especulação imobiliária continuam até hoje. Para onde foram os recursos destinados? Quais foram os resultados práticos?
Postado neste blog por Adinalzir Pereira Lamego
http://www.rio.rj.gov.br/dlstatic/10112/6650167/4221842/apa_inhoaiba_documentos_consulta_publica.zip
Uma apresentação desse importante trabalho para a comunidade foi feita por técnicos da Subsecretaria de Meio Ambiente no dia 20/010/2018 no Instituto Metodista Ana Gonzaga. Av. Cesário de Melo, 6851 - Inhoaíba, Rio de Janeiro/RJ - 23059-002
A destruição ambiental e a especulação imobiliária continuam até hoje. Para onde foram os recursos destinados? Quais foram os resultados práticos?
Postado neste blog por Adinalzir Pereira Lamego

Eu estive lá! Em outubro de 2018! Oxalá saia do papel! Pena que a Serra da Paciência ficou de fora! As Serras do Cantagalo, de Santa Eugênia e de Inhoaíba representam bem a história de 222 anos da Mata da Paciência (1797 - 1840)!
ResponderExcluirEu moro aqui perto da serra de Santa Eugênia. Eu gostaria muito de me aprofundar nessa luta.
ExcluirPorque do outro lado da serra de Paciência onde tinha o rio rural, foi vendido e vai virar prédio
Muito boa a iniciativa. Tomara que vá em frente. Belo artigo.
ResponderExcluirBoa tarde! Infelizmente as unidades de conservação não são, na prática, espaços protegidos e se tornam vulneráveis devido à falta de políticas públicas que contribuam para dar uma efetiva preservação ou conservação do território. No caso das APAs, tem-se apenas algumas restrições ambientais dentro de seus limites, mas os imóveis continuam pertencendo ao particular que, por sua vez, parcelam o solo e promovem a expansão urbana por meio de novos loteamentos. Porém, nada impede que haja dentro de uma APA pequenos parques ecológicos abertos à visitação pública e o Poder Público desenvolva projetos para garantir uma sustentabilidade econômica aos moradores do entorno do parque através do ecoturismo, servindo de alternativa para fins de geração de emprego e renda a quem já vive no lugar.
ResponderExcluirEntão,seria ótimo se fizessem um parque ecológico aqui na área da santa eugenia.
ExcluirMuitos moradores ja frequentam pra fazer piquenique, tirar fotos e pular de parapente.
Seria ótimo se essa área não fosse destruída para colocar prédio
Excelente observação, Ricardo! As APAs não nos protegem das invasões e dos usos indevidos do solo! Na reunião a que fui, ano passado, já se comentou muito essa falha lá! Que entre logo em ação a APA MATA DA PACIÊNCIA!!! Eu sugeri esse nome lá na reunião!!! E que haja um espaço para uma Casa da Memória Paciente CAMEMPA!!!
ResponderExcluirPrezados amigos Rodrigo Phanardzis Âncora da Luz e Isra Toleto Tov.
ResponderExcluirGrandes lutadores em prol da cultura e da proteção ambiental em seus respectivos espaços geográficos. Fico muito feliz e grato pela visita de vocês a este singelo blog.
Voltem sempre que puderem.
Um forte abraço!
Boa tarde!
ResponderExcluirEstamos com um nova luta. https://secure.avaaz.org/community_petitions/po/leandro_almeida_contra_o_fechamento_do_morro_rio_rural/?zBiCYrb