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Mostrando postagens de Fevereiro, 2013

"Bahia, Coração Negro do Brasil"

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Trecho da reportagem especial do jornal “El País” (21/02) sobre a Bahia: “Bahia, Coração Negro do Brasil”. Fundada pelos portugueses como São Salvador da Bahia de Todos os Santos. Oficialmente Salvador. Mas o povo mais identificado com a natureza que com Jesus, passou a chamá-la de Bahia. O mesmo povo mosqueado (composto de elementos distintos reunidos desordenadamente) e barroco, que recebeu os reis de Portugal na fuga de Napoleão, depois daquela espantosa travessia. Que decepção ao vê-los chegar! "Estes são os reis?" se perguntaram com olhos muito abertos, os escravos, os mulatos e os colonos portugueses. Custava a eles acreditar que aqueles indivíduos sujos, mal cheirosos e ainda meio mareados, eram a encarnação da mais alta autoridade do vasto império português, símbolos de uma civilização que havia descoberto o mundo. Diziam: Será lenda? Será verdade? Às ‘bahianas’, lhes surpreendeu muito o turbante que levava a rainha, a espanhola Carlota Joaquina de Bourbon e suas damas…

Ainda sobre D. Pedro I e suas mulheres

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Dando continuação a uma das grandes descobertas brasileiras da semana. Vejam o excelente infográfico feito pelo pessoal do Estadão sobre as informações do estudo de mestrado desenvolvido pela historiadora e arqueóloga Valdirene do Carmo Ambiel.
http://infograficos.estadao.com.br/public/familiaimperial

Cientistas brasileiros exumam restos mortais de D. Pedro I e suas mulheres

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Tomografia dos restos de D. Pedro I (Foto: Valter Diogo Muniz)
Foi a primeira vez que o corpo do imperador do Brasil passou por análise. Arqueóloga disse que exames foram feitos em hospital paulistano em 2012.

Cientistas brasileiros exumaram pela primeira vez para pesquisa os restos mortais de D. Pedro I, o primeiro imperador brasileiro, além de suas duas mulheres, as imperatrizes Dona Leopoldina e Dona Amélia.
A exumação fez parte do trabalho de mestrado da arqueóloga e historiadora Valdirene do Carmo Ambiel, que defendeu nesta segunda-feira (18) sua dissertação no Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo (USP).
De acordo com Valdirene, os exames foram realizados em 2012 – entre fevereiro e setembro. Ela afirma que obteve em 2010 autorização de descendentes da família real brasileira para exumar os restos mortais. No entanto, negociações para que isto ocorresse iniciaram anos antes. “De forma oficial, esse trabalho começou a acontecer em 2010, mas ele se iniciou mesm…