31.10.12

Política indigenista de Pombal: a proposta assimilacionista e a resistência indígena


O trabalho aqui apresentado pretende, a partir da pesquisa de fontes existentes na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro e no Arquivo Histórico Ultramarino, orientada por novas perspectivas teóricas sobre o Império Português presentes na historiografia luso-brasileira contemporânea, analisar o contexto político no qual foram implementadas algumas ações decorrentes da adoção dos princípios do Diretório Pombalino nas capitanias do norte da América Portuguesa, especialmente do Ceará, Rio Grande, Paraíba e Pernambuco. 

Seu principal objetivo é investigar como os agentes coloniais, os povos e as povoações indígenas existentes neste recorte espacial se posicionaram frente às modificações impostas e como a sua ação se refletiu na resistência e adaptação a esse novo modelo de gestão administrativa e de exploração da mão-de-obra indígena.

Autor: Ricardo Pinto de Medeiros 


Esse texto faz parte de uma série que irei publicar aqui como complemento às aulas dos Professores Valter Lenine Fernandes e Victor Hugo Abril, nas disciplinas Sociedade e Cultura na América Portuguesa e Sociedade e Cultura no Brasil Imperial do Curso de Pós-Graduação em História Social e Cultural do Brasil na FEUC.

4 comentários:

Lu Cidreira disse...

Olá amigo Professor Adnalzir, fiquei um bom tempo sem poder interagir mais agora esta tudo nos conformes, rei ler suas publicações e darei um retorno mais especifico a cada uma.
Obrigado pela preocupação conosco.
Abraço

Prof. Adinalzir disse...

Prezado Lu Cidreira
Fico contente que já tenha resolvido os problemas no pc. Estarei sempre aguardando sua visita por aqui.
Um grande abraço!

José Lima Dias Júnior disse...

Em nome da civilização, Sebastião José de Carvalho e Melo, o Marquês de Pombal, enquanto primeiro-ministro do governo português, através do Diretório Pombalino criou medidas e formas de exploração da colônia para assegurar os interesses político e econômicos lusitano. Fundamentado no Mercantilismo, Pombal canalizou as riquezas coloniais em favor da Coroa portuguesa e de uma burguesia mercantil. Tudo isso em detrimento das populações indígenas.

Abraço,

Prof. Lima Júnior

Prof. Adinalzir disse...

Prezado José Lima Dias Júnior
A administração de Pombal também ficou marcada por duas contrariedades célebres: o primeira foi o Terremoto de Lisboa em 1755, um desafio que lhe conferiu o papel histórico de renovador arquitetônico da cidade. Pouco depois, o Processo dos Tavoras, uma intriga com consequências dramáticas. Foi também um dos principais responsáveis pela expulsão dos Jesuítas de Portugal e das suas colonias.
Cordiais saudações e grato pela visita!

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