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Mostrando postagens de Abril, 2012

Titanic pode sumir em 30 anos, diz estudo

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Bactérias podem devorar restos do navio e reduzi-lo a nada. Pesquisadora chegou a essa conclusão após analisar amostras dos destroços do navio.
Há exatamente cem anos atrás, o Titanic cruzava os mares com o status de maior e melhor máquina já construída pelo homem. Mas o impacto com um enorme iceberg estacionado no oceano pôs fim a tudo isso. Hoje, o mais imponente navio de seu tempo não passa de um monte de ferro retorcido e enferrujado que pode sumir em menos de 30 anos.
Quem garante é a cientista Henrietta Mann, que investiga há quatro anos as bactérias que devoram o casco do transatlântico naufragado em 1912. De acordo com a pesquisadora, as primeiras bactérias provavelmente se criaram a partir de diatomáceas na "neve marinha" ou da sujeira na superfície, até formarem a estrutura atual parecida com uma "esponja".
A pesquisadora chegou à conclusão após analisar amostras dos destroços do navio recolhidas em uma expedição científica ao Titanic em 1991. Ao examiná-las…

O Rio de Janeiro em 1750

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Vemos uma reprodução de uma carta topográfica do Rio de Janeiro em 1750.
É bom lembrar que, naquela época, a capital brasileira ainda era Salvador (seria transferida para o Rio em 1763). Reinava em Portugal D. José I, tendo como 1º Ministro o Marquês de Pombal, que viria a expulsar os jesuítas das terras portuguesas em 1759, depois de decretar a Derrama em 1765.
A cidade já tinha descido do Morro do Castelo, que aparece à esquerda. Vê-se, nitidamente a Ponta do Calabouço. A descida mais à direita, a Ladeira do Colégio, vai dar na Rua por detrás do Carmo (hoje, Rua do Carmo).
Vê-se que a atual Rua Sete de Setembro vai apenas até a Rua do Carmo, estando diferenciados, no desenho, não apenas a Igreja do Carmo como o atual Paço.
A Rua Direita (hoje, Primeiro de Março) é a mais larga e vai diretamente desde o Morro do Castelo ao de São Bento (daí seu nome de Rua Direita), tendo assinalados, o Convento e a Igreja.
A atual Praça XV era um largo entre a Igreja do Carmo e o Mar; a praia seria subst…

Páscoa e o ovo que veio de longe

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A troca de guloseimas durante a Páscoa é muito comum, alem de ser uma tradição muito antiga, que nos remete à Europa do século XIII.

Coelhinho da Páscoa, o que trazes pra mim? Um ovo, dois ovos, três ovos assim Coelhinho da Páscoa, que cor eles têm? Azul, amarelo e vermelho também.
A quadrinha popular que se ouve na voz da criançada com a proximidade da Páscoa anuncia a troca de guloseimas no domingo que encerra a Semana Santa. A tradição é antiga na Europa, remonta ao século XIII, quando os estudantes da Universidade de Paris, após  entoarem salmos e cânticos de louvor a Deus em frente à catedral, saíam, organizados em procissão, recolhendo presentes. As ofertas, especialmente ovos, eram distribuídas para parentes, amigos e vizinhos. Os ovos, tingidos de azul ou vermelho, simbolizavam o renascimento, a ressurreição e a imortalidade.
Confeccionados em madeira ou argila, com o tempo eles passaram a ser pintados e decorados com requinte.  No Brasil, o costume de receber e distribuir ovos de P…