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Mostrando postagens de Agosto, 2010

56 anos da morte de Getúlio Vargas!

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Getúlio Vargas, falecido em 24 de agosto de 1954, foi o maior dos estadistas brasileiros. Foi também o mais amado pelo povo e o mais odiado pelas elites. Obrigou nosso empresariado urbano de descendentes de senhores de escravos a reconhecer os direitos dos trabalhadores. De modo que os politicos tradicionais, autores da velha ordem que foram banidos por ele do cenário político, nunca o perdoaram. Para mim, Getúlio Vargas foi um grande homem. Pena que as elites do nosso país tentaram criar uma imagem distorcida dele.

Não podemos esquecer de seus fiéis seguidores, Leonel Brizola e o grande Darcy Ribeiro.

Vejam aqui um Vídeo de 7 minutos (Carta Testamento) e outro de 1 minuto (Produzido pela Imprensa Nacional sobre a morte de Getúlio Vargas).
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O Imperador do Café

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Folheando as páginas da Revista de História da Biblioteca Nacional, edição de junho de 2007, encontrei este excelente artigo de Aloysio Clemente Breves Beiler que conta a trajetória de Joaquim José de Souza Breves, um dos maiores proprietários de fazendas e escravos do Brasil e que durante muito tempo foi considerado o brasileiro mais rico do século XIX.

"Em 30 de setembro de 1889, pouco mais de um ano após a Abolição, morria na sua Fazenda de São Joaquim da Grama, em Rio Claro, no Rio de Janeiro, o comendador Joaquim José de Souza Breves, conhecido como o "rei do café" no Brasil Imperial. Ele foi, sem dúvida, o maior proprietário de escravos e terras do século XIX, chegando a ter mais de seis mil cativos. Nascido em fevereiro de 1804 na Fazenda Mangalarga, em Piraí, RJ, era filho do capitão-mor José de Souza Breves, e acumulou fortuna somando a compra de fazendas à herança dos pais e ao casamento com sua sobrinha Maria Isabel de Moraes Breves, filha dos barões do Piraí…

Um encontro inesquecível

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Dezembro de 2009
Casa de Ciência (UFRJ)
Botafogo - Rio de Janeiro - RJ - Brasil

Lembro com muito carinho deste I Encontro Nacional de Divulgação de História e Ciências Sociais promovido pela Revista de História da Biblioteca Nacional. Eu estou no centro da foto, junto com a Francisca, o Bruno Leal Maia, criador do Café História e vários outros amigos do Café. Foi um encontro inesquecível e que merece ficar registrado na História. Meus parabéns a todos que participaram! Veja aqui um post que eu fiz na época sobre o evento.
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Um velho vício no Brasil

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Para um grupo que está há muito tempo instalado no poder, é difícil largar as tetas do governo. Este foi o caso dos políticos derrubados pela Revolução de 1930.

Desde o final do século XIX, a Presidência da República era ocupada segundo um acordo entre as elites políticas e econômicas regionais, era a chamada política dos governadores. O movimento que levou Getúlio Vargas ao Palácio do Catete acabou pegando muita gente de surpresa.

Um diretor da Central do Brasil, empresa ferroviária estatal, foi preso no município de Barra Mansa (RJ) tentando fugir. E o funcionário não estava totalmente desprevenido: o sujeito carregava consigo oito mil contos de réis do erário público.

Estamos em época de eleições. Qualquer semelhança com os dias atuais é mera coincidência. Ou não?
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