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Mostrando postagens de Maio, 2010

Theatro Municipal do Rio é reinaugurado

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Após dois anos e meio em reformas, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro será reinaugurado com festa nesta quinta-feira. A cerimônia fechada para convidados, marcada para as 20h, contará com a presença de artistas e autoridades, entre elas o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

No total, a obra contou com 950 profissionais, incluindo 350 restauradores. Todo o processo de trabalho aconteceu no próprio teatro em ateliês montados.

Além de grandes reparos, o Theatro Municipal reabrirá com um elevador para deficientes físicos. Por uma questão de arquitetura quem usa cadeira de rodas poderá ir apenas até a plateia. Outros níveis como a arquibancada não poderão receber o equipamento.

De acordo com a presidente da Fundação Theatro Municipal, Carla Camurati, a restauração do local era imprescindível. Para ela, não havia mais como postergar o reparo de pinturas, telhados, forros e tetos centenários.

"As pinturas estão restauradas, o palco foi modernizado. Tivemos o apoio do Iphan e do Inepac…

Um crime ambiental que entrou para a História

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Infelizmente a História registra mais um crime ambiental. Milhões de litros de petróleo ainda se espalham pelo Golfo do México após a explosão de uma plataforma.

Desde o dia 20 de abril de 2010, uma enorme mancha de petróleo vem se espalhando pelo Golfo do México, um pedaço do Atlântico que banha cinco estados americanos, além do país que lhe dá o nome. Esse borrão tenebroso é resultado da explosão da plataforma petrolífera Deepwater Horizon.

Esse acidente vem a reforçar a necessidade dos cuidados em relação ao meio ambiente em que vivemos e serve de alerta e respostas aqueles que acham que se deve alcançar o desenvolvimento sem responsabilidade ambiental. Para mim, os custos deste evento estão muito além dos econômicos.

Essa explosão na plataforma dos EEUU, deve servir de alerta para a futura exploração brasileira no pré-sal. É preciso cada vez mais usar tecnologia que evite o petróleo jorrar sem que se possa impedir. Os engenheiros e técnicos brasileiros têm que buscar nesse desastr…

Os refrescos da tarde no Largo do Palácio

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Esse é o título de uma estampa de Debret no livro "Viagem pitoresca e histórica ao Brasil", v. 2, p. 9. Segundo o autor, os tabuleiros de doces e as moringas com água fresca eram oferecidos por negros de ganho aos pequenos capitalistas e comerciantes que habitualmente se reuniam ao cair da tarde junto aos parapeitos do cais do Largo do Paço, atual Praça 15 de Novembro, no Rio de Janeiro.

Assunto abordado nas minhas aulas de História dessa semana.
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O Paço de São Cristóvão

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É uma propriedade situada no Rio de Janeiro, oferecida em 1809 ao Príncipe D. João. Foi reformada e ampliada, até adquirir sua aparência atual em meados do século XIX. Atualmente abriga o Museu Nacional da UFRJ.

Foi residência de D. Pedro I e D. Maria Leopoldina, Arquiduquesa da Imperial Casa dos Habsburgos, aí nascendo D. Pedro II, a 2 de dezembro de 1825. No Paço da Quinta moraram um rei, dois imperadores e três imperatrizes. Segundo Brasil Gerson (in História das ruas do Rio de Janeiro), a Quinta era o nosso Palácio de Versalhes, e São Cristóvão o bairro mais fidalgo do Rio Imperial. Este assunto foi abordado nas minhas aulas de História dessa semana. Quer saber mais? Clique aqui.

Veja também um vídeo com as imagens de Carlos Gustavo Nunes Pereira, o Guta.
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