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Mostrando postagens de Março, 2008

Uma pequena história do mosquito da dengue

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O Aedes aegypti tem esse nome por ser originário do Egito. Ele se espalhou pelo mundo a partir da África: primeiro para as Américas, por meio dos navios negreiros, depois para a Ásia. Segundo o entomologista Ricardo Lourenço, da Fiocruz, o transmissor da dengue e da febre amarela foi descrito cientificamente pela primeira vez em 1762, como Culex aegypti. No Brasil, há registros de ocorrência de dengue em Curitiba, no fim do século 19, e em Niterói, no início do século 20.

O combate ao mosquito se intensificou justamente no início do século 20, com o sanitarista Oswaldo Cruz. Mas na época a preocupação era somente com a febre amarela, doença responsável por elevado número de mortes no Rio de Janeiro (em 1902, foram mais de 900 óbitos). Em 1955, depois de uma campanha nacional, o mosquito foi erradicado no Brasil. Mas o relaxamento do controle trouxe o vetor de volta no fim da década de 60. Hoje especialistas consideram a erradicação do Aedes aegypti praticamente impossível.

COMENTÁRIO: N…

China nas Olimpíadas

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Os jogos Olímpicos contemplam a tradição de muitos anos, desde a Grécia antiga trazem em seu nome a idéia de força, beleza e habilidade para quem o pratica. Os esportes sempre foram uma forma de transformação e os jogos olímpicos é uma junção das qualidades nos atletas e a disposição de uma país para sediar esse evento que ocorre a cada quatro anos.
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Esse foi um dos caminhos que levaram a China a ser uma referência quando o assunto é esporte. A dedicação e a disciplina dos atletas chineses ganharam destaque entre grandes países como E.U.A, França, Grã-Bretanha, Japão e outros que são considerados superpotências.
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E foi nas Olimpíadas de Sydney que essa crescente mudança se tornou visível. Enquanto os Estados Unidos levaram 40 medalhas de ouro, 24de prata, 33de bronze totalizando 97 medalhas. A China ficou em 3º lugar com 28 de ouro,16 prata,15 de bronze total de 59 e a Alemanha que sempre se destaca entre as melhores ficou com 13 medalhas de ouro, 17 de prata e 26 bronze.
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Não contente c…

A trajetória da sujeira na história do Brasil

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Vejam aqui um excelente livro que mostra a evolução e a importância da higiene pessoal no País.

Quando a esquadra de Pedro Álvares Cabral desembarcou na Bahia, no longínquo ano de 1500, o Brasil descobriu a sujeira - de um lado, portugueses barbudos, imundos, com doenças generalizadas; do outro, índios pelados, depilados, exibindo dentes alvos, cabelos bem lavados, troncos, pernas e braços musculosos. O gritante contraste era justificável, pois, se os europeus costumavam lavar-se de corpo inteiro apenas duas vezes por ano, os nativos banhavam-se de 10 a 12 vezes por dia.
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Assim, as condutas de higiene variam ao longo da História;
- na Antiguidade, por exemplo, a água era sagrada,
- na Idade Média, apenas as mãos e o rosto eram lavados.
- na Idade Moderna, a situação era pior, pois se acreditava que o banho dilatava os poros, o que facilitava a infiltração de doenças.
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Somente no século 19, quando a ciência já identificava uma série de doenças, é que o banho era encarado como prática de con…

Quem inventou o sabonete?

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Os inventores do sabão foram os fenícios; mais tarde, os espanhóis acrescentaram óleo de oliva, para dar um cheiro mais suave ao sabão; o nome sabonete foi dado pelos franceses.
O sabão foi inventado pelo fenícios, seiscentos anos antes de Cristo. Eles ferviam água com banha de cabra e cinzas de madeira, obtendo um sabão pastoso. O sabão sólido só apareceu no século VII, quando os árabes descobriram o processo de saponificação – mistura de óleos naturais, gordura animal e soda cáustica, que depois de fervida endurece. Os espanhóis, tendo aprendido a lição com os árabes, acrescentaram-lhe óleo de oliva, para dar ao sabão um cheiro mais suave. Nos séculos XV e XVI, enfim várias cidades européias tornaram-se centros produtores de sabão – entre elas, Marselha, na França, e Savona, na Itália. Foi da cidade de Savona que os franceses tiraram a palavra Savon, sabão, e o diminutivo Savonnette, sabonete.Fonte: Revista Super InteressanteCOMENTARIO: É isso aí, do sabão se chegou ao sabonete. E o…

Qual a maior profundidade conhecida do oceano e até onde o homem já conseguiu descer?

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A maior profundidade conhecida do oceano é a fossa das Marianas, no Pacífico, medindo 11.500 metros; o homem já conseguiu descer 11 mil metros dentro dessa fossa. A mais profunda depressão oceânica é a fossa de Marianas, localizada na região das Ilhas Marianas, no oceano Pacífico, 5.300 quilômetros a leste do Havaí. É uma espécie de vale submarino, atingindo na sua parte mais profunda 11.500 metros – ou sete vezes mais que o Grand Canyon, no rio Colorado, nos Estados Unidos. O recorde de profundidade foi obtido em 23 de janeiro de 1960 por Jacques Piccard, oceanógrafo suíço, e Donald Walsh, tenente da Marinha norte-americana. A bordo do batiscafo Trieste, submersível militar norte-americano, desceram 11 mil metros dentro da fossa das Marianas.Fonte: Revista Super Interessante
COMENTÁRIO: Acredito que pouca gente sabe disso. São os mistérios do mundo submarino. Além de ser muito interessante, isso também é História.

Uma reflexão sobre Educação

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"Para a maioria de nós, a educação consiste em ensinar o que pensar. Dizem-vos o que deveis pensar. Di-lo vossa sociedade, dizem-no os vossos pais, vossos vizinhos, vossos livros, vossos mestres.
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A máquina que nos ensina o que pensar é o que chamamos educação, e essa educação apenas torna os indivíduos mecânicos, embotados, estúpidos, estéreis. Mas se souberdes como pensar, e não o que deveis pensar, não sereis então entes mecanizados, escravos da tradição, mas seres humanos cheios de vitalidade; podereis ser grandes revolucionários - não no estúpido sentido de matar gente, para se galgar um posto melhor ou impor uma determinada idéia, mas promovendo a revolução que ensina a pensar corretamente.
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Esta revolução é de suma importância. Entretanto, enquanto estamos na escola, nunca se faz nada nesse sentido. Os próprios mestres não sabem fazê-lo. Só nos ensinam a ler ou indicam o que devemos ler, corrigem-nos o inglês ou os nossos exercícios matemáticos.
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É só isso que os interessa; e…