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Mostrando postagens de Março, 2007

1421 - O ano em que a China descobriu o mundo

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Em 8 de março de 1421, a maior esquadra jamais vista pelo mundo zarpou de sua base na China. Os navios, gigantescos juncos de quase 150 metros de comprimento, construídos com a mais selecionada madeira de teça, eram capitaneados pelos leais almirantes eunucos do Imperador Zhu Di. Sua missão era 'seguir até os confins da terra para recolher tributos dos bárbaros de além-mar'. Sua jornada duraria mais de dois anos - os navios chineses, assim, aportaram na América 70 anos antes de Colombo, circunavegaram o globo um século antes de Magalhães, descobriram a Antártida, chegaram à Austrália 320 anos antes de Cook e solucionaram o problema da longitude 300 anos antes dos europeus. Toda essa história vem à tona no livro '1421 - O ano em que a China descobriu o mundo', escrito por Gavin Menzies após longos anos de pesquisas.

A Crise de 1929 e a Grande Depressão

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Esta foi uma crise económica que atingiu os EUA, estendendo-se em seguida a todo o mundo capitalista, inclusive o Brasil. Além das graves consequências económicas à crise financeira junta-se a crise de superprodução. Apesar da descida dos preços, grande parte do mercado agrícola e industrial não tem compradores. Milhares de empresas têm de fechar, o desemprego aumenta brutalmente, provocando uma redução do poder de compra e uma redução da procura.

A rápida propagação da crise à Europa deveu-se, sobretudo à retirada de capitais, uma vez que desde a I Guerra, os bancos americanos faziam importantes investimentos na Europa e, além disso concediam importantes empréstimos. Com a eclosão da crise, os americanos procuram fazer regressar os seus capitais provocando uma grande perturbação na Europa. Muitos bancos, sobretudo na Áustria, Alemanha e na Inglaterra, faliram ou conheceram sérias dificuldades, o mesmo aconteceu com as empresas que necessitavam de empréstimos bancários para sobreviver…

Comentários de uma holandesa sobre o Brasil

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Os brasileiros acham que o mundo todo presta, menos o Brasil. E realmente parece que é um vício falar mal do Brasil. Todo lugar tem seus pontos positivos e negativos, mas no exterior eles maximizam os positivos, enquanto no Brasil se maximizam os negativos.

Aqui na Holanda, os resultados das eleições demoram horrores porque não há nada automatizado. Só existe uma companhia telefônica e (pasmem!) se você ligar reclamando do serviço, corre o risco de ter seu telefone temporariamente desconectado.

Nos Estados Unidos e na Europa, ninguém tem o hábito de enrolar o sanduíche em um guardanapo - ou de lavar as mãos - antes de comer. Nas padarias, feiras e açougues europeus, os atendentes recebem o dinheiro e com mesma mão suja entregam o pão ou a carne.

Em Londres, existe um lugar famosíssimo que vende batatas fritas enroladas em folhas de jornal - e tem fila na porta.

Na Europa, não-fumante é minoria. Se pedir mesa de não-fumante, o garçom ri na sua cara, porque não existe. Fumam até em elevador…